Câncer de Testículo

Tratamento Câncer de Testículo

 

Esse tipo de câncer representa 5% do total de casos de tumores em homens no Brasil.

Embora tenha uma rápida evolução, o tumor de testículo costuma ser altamente curável e na maioria dos casos pouco letal, mesmo quando há metástases.

Costuma apresentar ocorrência em duas faixas etárias: entre os 20 e 40 anos, a após os 60 anos de idade.

 

 

Principais sintomas:

  • Formação de nódulo indolor no testículo;
  • Sensação de peso na bolsa testicular;
  • Alteração no tamanho do testículo;
  • Sangue no esperma.

Diagnóstico

Para um diagnóstico preciso, exame complementares são necessários, tais como:

Ultrassom doppler de testículos (utilizado para avaliação do fluxo sanguíneo dos testículos, epidídimos e parede da bolsa testicular).

Marcadores tumorais como DHL, Beta-HCG e Alfa-fetoproteína são identificados no exames de sangue em tumores testiculares.

Prevenção

Existem alguns fatores de risco para o câncer testicular, o mais importante é criptorquidia (situação que ocorre quando o testículo não desce para o saco testicular na fase de desenvolvimento do feto). Outros fatores de risco são uso de maconha e infertilidade.

Como não há como evitá-lo, o autoexame pode ser uma maneira simples e eficaz de detectar um eventual surgimento de câncer no testículo. Deve ser feito uma vez por mês, após um banho quente. O calor relaxa o escroto e facilita a observação de quaisquer anormalidades de tamanho, sensibilidade ou densidade. Percebendo qualquer anormalidade, como nódulo indolor ou massa, sensação de peso no escroto ou dor na região inferior abdominal, deve-se procurar ajuda médica.

Tratamento

O tratamento inicial é sempre cirúrgico, quando se expõe o testículo para a realização de biópsia ou orquiectomia. A função sexual ou reprodutiva do paciente não é afetada, desde que o outro testículo esteja saudável.

A complementação dependerá de investigação, que avaliará a presença ou a possibilidade de disseminação da doença para outros órgãos.

O tratamento posterior poderá ser cirúrgico, radioterápico, quimioterápico ou através de controle clínico.

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